A expansão do coronavírus acelera, especialmente na Europa

A expansão do coronavírus tem vindo a acelerar nas últimas horas, especialmente na Europa, onde os contágios duplicaram na Alemanha num só dia e em Itália já há 34 mortes e mais 528 estão infetadas do que há 24 horas.

De acordo com o último balanço da Proteção Civil de Itália, cinco pessoas morreram por COVID-19 desde sábado e 34 pessoas morreram, enquanto o total infetado 1.577.

Há também 83 pessoas que foram curadas (mais 33 do que sábado), pelo que o número total de contágios em Itália é até agora de 1.694 pessoas.

Dos doentes, metade está em isolamento doméstico, enquanto 41% estão hospitalizados e apenas 140 doentes recebem cuidados intensivos, o equivalente a 9% do total de doentes.

OUTROS PAÍSES

Na Alemanha, o número de casos confirmados de coronavírus quase duplicou nas últimas 24 horas, passando de 66 no sábado para 129 no dia de ontem.

Os contágios na Alemanha são na sua maioria leves ou assintomáticos, informou o Instituto Robert Koch, que é competente no campo.

Em França, onde duas pessoas foram mortas, o número de infetados aumentou de 100 para 130 nas últimas 24 horas, enquanto em Espanha o número de pessoas afetadas é de cerca de 80 pessoas.

O Luxemburgo confirmou um primeiro caso de contágio e outro foi detetado na Bélgica. Nos Países Baixos já existem pelo menos dez casos, 14 na Áustria e três na República Checa.

O Irão tornou-se o terceiro país com maior número de novos contágios, atrás da Coreia do Sul e da província chinesa de Hubei, de onde a epidemia teve origem.

Nesse país, 54 pessoas já morreram, onze delas nas últimas 24 horas e 385 novos contágios foram confirmados, segundo dados fornecidos pelo porta-voz do Ministério da Saúde, Kianush Yahanpur.

A Coreia do Sul anunciou no domingo que confirmou mais 586 casos, o que aumentou para 3.736 o número total de contágios detetados no seu território, onde 18 pessoas morreram.

E a Coreia do Norte ainda não reporta um único caso.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a China continua a ocupar 93% dos infetados.

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